Pequeno conto de amor

Gemeos choram ao mesmo tempo. O caos, o horror, o fim do mundo. Desamparo define. Também choro, sou humana, não sou de ferro. Acho que não vou dar conta, é demais pra mim, mimimi.

O tsunami de emoções passa, vem a calmaria. Só foram alguns minutos – que pareceram horas, dias, a própria eternidade.

Cinco minutos depois, ainda suspirando e deitada na minha cama, Sofia sorri pra mim, seu sorrisinho sem dentes, meigo, inocente. E eu morro de um amor profundo.

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2 comentários sobre “Pequeno conto de amor

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