Pai, marido, namorado, amor

Um dos primeiros presentes que eu ganhei na gestação foi um livro da minha amiga-irmã Emilene. Na dedicatória ele escreveu assim “Uma criança é o amor se tornando visível”. Nada mais verdadeiro.

Desde que começamos a tentar engravidar, minha relação com o marido foi se tornando mais sólida e próxima. Claro que discutimos, claro que temos diferenças e por sermos dois teimosos e ‘bravões’, às vezes saem faíscas…

Com a doença do meu pai, a compreensão e o apoio do marido nessa fase foi fundamental. Sem ele eu não teria conseguido me manter em pé – e muitas vezes, feliz em meio às tempestades.

Agora, desde a notícia da gravidez – e logo depois, da surpresa dos gêmeos – sinto que os nossos laços vão se tornando cada vez mais profundos. Temos dividido nossas ansiedades e expectatvias, nossas reflexões, e a razão desse blog existir é ele, meu marido. Eu escrevo para ele, para documentar o que sinto e penso e nem sempre consigo expressar.

De manhã, eu estava no computador e ele me disse “escreve para mim”… Marido, este post é para que você saiba que tudo o que eu escrevo é para você. Absolutamente tudo. E o blog, a barriga e os gêmeos também só existem por sua causa, como uma extensão viva do nosso amor.

Te amo. Eu e o “pessoal”. Tenho certeza que você vai ser um paizão.

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2 comentários sobre “Pai, marido, namorado, amor

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