Família [em capslock]

Este final de semana fui visitar os meus pais e, como sempre, foi delicioso. Foi um final de semana de reencontros com familiares que não víamos há muito tempo – e acho que tudo faz parte deste ciclo onde estou, resgatando de fato os valores que embasam uma família.

A base da minha família nuclear é a minha mãe, com seu exemplo de caráter e de determinação. Foi ela quem ensinou eu e minha irmã a sermos independentes, desprovidas de preconceitos, corretas e justas. E fortes, obstinadas e guerreiras. Tenho uma admiração profunda por ela e um amor incondicional. Minha mãe sempre foi uma “mãe contemporânea” e acompanhou todas as minhas fases se adiantando, com a mente aberta e sempre disposta a me ouvir, me ensinar e aprender comigo.

Neste final de semana conversamos sobre… filhos! Eu, que ainda nem comecei a tentar engravidar, estava lá trocando figurinhas com ela. Uma sensação maravilhosa de continuidade me invadiu – e a certeza de que os pais nos deixam heranças infinitas.

Apesar de morar em outra cidade, meus pais são muito presentes na minha vida – e com o perdão do trocadilho, também são um presente na minha vida. Por isso, conversamos muito sobre esta nossa “pré-gestação” e os meus velhinhos estão a par de todos os cuidados com o preparativo da gravidez.

Vovô Zé Bigode e Vovó Rosa já estão corujando o netinho e contribuindo para reforçar essa vibração que já nos envolve, de amor, de continuidade, de heranças, de vida… de FAMÍLIA!

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