Sonho

Outra noite tive um sonho. Era um sonho “conceitualmente” triste, nem quero falar sobre… mas, no meio das cenas todas, eu segurava um bebê no colo. Um bebê macio, quentinho, cheio de dobrinhas, que eu alguém me dava para eu segurar. Era meu filho.

Se eu fechar os olhos, ainda consigo sentir a mesma sensação, o mesmo amor incondicional, imenso, incomensurável.

Amor de mãe, presumo…

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